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segunda-feira, janeiro 14, 2013

Crítica do filme Assassinato no Expresso Oriente (Murder on the Orient Express)

Título Original:
Murder on the Orient Express

EUA: 1974 (24 de novembro)

Duração:
128 min

Gênero:
Drama | Mistério

Direção: 
Sidney Lumet

Roteiro: 
Paul Dehn e Agatha Christie (Romance)


Elenco: 
Albert Finney (Hercule Poirot)
Lauren Bacall (Mrs. Hubbard)
Martin Balsam (Bianchi)
Ingrid Bergman (Greta)
Jacqueline Bisset (Countess Andrenyi)
Jean-Pierre Cassel (Jean Pierre Cassel)
Sean Connery (Col. Arbuthnot)
John Gielgud (Beddoes)
Wendy Hiller (Princess Dragomiroff)
Anthony Perkins (McQueen)
Vanessa Redgrave (Mary Debenham)
Rachel Roberts (Hildegarde)
Richard Widmark (Ratchett)
Michael York (Count Andrenyi)
Vernon Dobtcheff (Concierge)

O nevoeiro aumenta, a nevasca violenta, e todos presos no mesmo trem cheio de passageiros para a época. Um detetive, com pistas irracionais e os passageiros as mentiras quando interrogadas, e a pergunta não se cala: Quem é o assassino?

Hercule Poirot (Albert Finney) um famoso detetive cujos casos resolvidos eram citados nos jornais, precisa transitar como qualquer outro passageiro para o destino próximo, porém, ninguém esperava que um detetive embarcaria no mesmo vagão que os outros já estavam.

Tomando a vaga de outro passageiro (cujo dono do transporte ordenou), conhece alguns dos passageiros e recebe uma oferta suspeita, observando o vagão e os passageiros. O clima era estranho, mas nada de se comover a ponto de inspecionar os locais, afinal, não estava trabalhado.

Ao cair da noite, passos durante o vagão é escutado, ao acordar, percebe um clima diferente no lugar, tirando algumas teorias, nada conclui e espera o dia surgir. E o drama começa, o passageiro que tivera uma boa conversa é encontrado morto, envenenado e esfaqueado cruelmente doze vezes.

As dúvidas e as suspeitas aumentam, a investigação começa, todos os passageiros escondem algo no interrogatório, se ocultam, se negam, todos são suspeitos, e o trem se encontra preso pela nevasca, a polícia irá demorar para chegar e abrir caminho de o trem prosseguir com o destino e o detetive receber apoio da polícia na investigação.

Ao perceber as estranhas evidências e provas no quarto do falecido, percebe que o motivo do crime não é pura coincidência, é relacionado a atos passados que todos os passageiros tem algo em comum, dificultando e criando diversas hipóteses na mente do detetive.

O filme tem uma forte atuação, encontramos atores bem conhecidos hoje como Albert Finney, Sean Connery e Lauren Bacall. O clima, a trilha sonora, tudo combina e faz com que o suspense aumente. Os passageiros mentem, negam e possuem uma relação com um caso passado, não á testemunhas e o mistério ainda continua.

Conclusão: Um ótimo filme de investigação, suspense, as teorias tomam a nossa mente e passamos a investigar junto, o que concluir? Quem acusar? As dúvidas e as perguntas só aumentam. Os clássicos ainda são fortes e influentes hoje, recomendo o filme para todos fãs de investigações criminais, todas as cenas foram bem elaboradas e figuradas, e a atuação de todos os atores são nexos e adaptam as emoções e reações das personagens.

Crítica por: Gustavo

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Autor: Gustavo Padilha
Crítico, escritor, ultra-romântico, poeta. Embora o blog não seja nada sobre literatura, procuro não deixar os velhos costumes de lado. Posto notícias de jogos desde 2010 e críticas 2011, futuramente talvez escrever resenhas de livros ou recomendações.

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