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domingo, janeiro 20, 2013

Crítica do filme O Anticristo (Antichrist)

Título Original:
Antichrist

EUA: 2009
BRA: 2009 (28 de agosto)

Duração:
108 min

Gênero:
Drama | Terror

Direção: 
Lars von Trier

Roteiro: 
Lars von Trier

Elenco: 
Willem Dafoe (Marido)
Charlotte Gainsbourg (Esposa)

A dor, o sofrimento e o desespero, até que ponto vai a natureza humana? O ego interno pode tomar conta de nossos atos? O feminicídio com a perda de um filho, a que nível de loucura do luto é possível aguentar?

O prólogo triste e realista, nos momentos íntimos entre o casal, o bebê, com costume de acordar de repente e vagar pela casa, cria a tragédia da história e da mãe (Charlotte Gainsbourg), o marido (Willem Dafoe) como dever de pai, consola sua esposa com o cruel destino de seu filho, e como terapeuta, começa a ajudar com o luto intenso que agora crescia.

O tempo não resolvia, com uma iniciativa, o marido tenta aos poucos, novas técnicas de terapia com a esposa, tentando descobrir o por que continua com o desespero da perda. Porém, as novas formas de terapia começam a revelar o real caos da situação, as reações da esposa começam a mudar, e pouco a pouco, começa a piorar.

Os dias passam, a intensidade da perda começa a trazer relações a uma tese que a esposa escrevia sobre o feminicídio, e as dúvidas começam afetar o terapeuta com a cabana e Éden a qual se encontravam. As técnicas agora ficam confusas, a esposa se recai e se liberta de uma hora para outra, e o mistério dos estágios continuam.

Com a ilusão do abstrato e irreal que dominavam a esposa, o terapeuta começa a se perder e dificultar a ajuda do real e irreal, as soluções agora estavam acabando e o pior era destinado a acontecer.

O filme foi marcado pelas fortes cenas dos devaneios do casal, os mistérios da neblina da religião é o ponto central do filme. O diretor quis mostrar totalmente o que desejou a ser mostrado, já que ele mesmo disse:

"Simplesmente achei que seria errado não mostrar. Sou um cineasta que acredita que devemos colocar na tela tudo o que pensamos. Sei que é doloroso ver, mas esse filme tem muito a ver com essas dores."

Embora sejam só dois atores, tanto Willem Dafoe como Charlotte Gainsbourg impressionaram os telespectadores, as emoções, as reações, os atos de desespero e sexual mostraram totalmente o que o diretor queria.

Análise da Teologia do filme

Cenas surpreendentes, violência e fortes relações íntimas do casal, não podemos nos focar neste ponto de vista, já que o filme traz significados contrários de cristo (logicamente conforme o título), porém, O "Anti-Cristo" do filme, é uma ideia contrária a Cristo, de que os aspectos trazidos do filme que na bíblia diz ser "divina" é justamente ao contrário.

Éden que na bíblia se diz paradisíaco, no contexto do filme, é assustador e cruel. Têm a representação da "natureza humana", e não da natureza florestal, verde, plantas, animais. Ocorre no filme uma construção paradoxal, onde o Éden é o inferno, o bem e
a consciência lhe fazem mal. Ou seja, Éden (no filme) funciona como uma espécie de redoma que permite a eles que se concentrem na própria dor e transforma-se, aos poucos, na antítese do paraíso, contrariando a versão bíblica.

Os três Mendigos, o ato final, é também outro paradoxo da bíblia. Os três reis magos Belchior, Baltasar e Gaspar celebraram o nascimento do redentor. Já no filme, o veado, o corvo e a raposa trazem a morte, o luto e a dor. São o lado reverso da redenção do nascimento, a morte.

Conclusão: Nebuloso, duvidoso e religioso. Um filme complexo a se entender, poucos conseguiram captar o que Lars von Trier quis mostrar ao público. Embora seja um filme forte, possui uma ótima história e uma contradição a relação bíblica, mas não somente a este gênero, também, a dor infernal de uma mãe com a perda de um filho. Ainda assim, é um filme complicado a compreender. Recomendo a duvidosos religiosos.

Para quem ainda esta com dúvidas sobre Os Três Mendigos e o sentido do filme, abaixo dois links que recomendo a leitura:

Os Três Mendigos
O Anticristo de Lars von Trier

Crítica por: Gustavo

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Crítica do filme Assassinato no Expresso Oriente (Murder on the Orient Express)

Título Original:
Murder on the Orient Express

EUA: 1974 (24 de novembro)

Duração:
128 min

Gênero:
Drama | Mistério

Direção: 
Sidney Lumet

Roteiro: 
Paul Dehn e Agatha Christie (Romance)


Elenco: 
Albert Finney (Hercule Poirot)
Lauren Bacall (Mrs. Hubbard)
Martin Balsam (Bianchi)
Ingrid Bergman (Greta)
Jacqueline Bisset (Countess Andrenyi)
Jean-Pierre Cassel (Jean Pierre Cassel)
Sean Connery (Col. Arbuthnot)
John Gielgud (Beddoes)
Wendy Hiller (Princess Dragomiroff)
Anthony Perkins (McQueen)
Vanessa Redgrave (Mary Debenham)
Rachel Roberts (Hildegarde)
Richard Widmark (Ratchett)
Michael York (Count Andrenyi)
Vernon Dobtcheff (Concierge)

O nevoeiro aumenta, a nevasca violenta, e todos presos no mesmo trem cheio de passageiros para a época. Um detetive, com pistas irracionais e os passageiros as mentiras quando interrogadas, e a pergunta não se cala: Quem é o assassino?

Hercule Poirot (Albert Finney) um famoso detetive cujos casos resolvidos eram citados nos jornais, precisa transitar como qualquer outro passageiro para o destino próximo, porém, ninguém esperava que um detetive embarcaria no mesmo vagão que os outros já estavam.

Tomando a vaga de outro passageiro (cujo dono do transporte ordenou), conhece alguns dos passageiros e recebe uma oferta suspeita, observando o vagão e os passageiros. O clima era estranho, mas nada de se comover a ponto de inspecionar os locais, afinal, não estava trabalhado.

Ao cair da noite, passos durante o vagão é escutado, ao acordar, percebe um clima diferente no lugar, tirando algumas teorias, nada conclui e espera o dia surgir. E o drama começa, o passageiro que tivera uma boa conversa é encontrado morto, envenenado e esfaqueado cruelmente doze vezes.

As dúvidas e as suspeitas aumentam, a investigação começa, todos os passageiros escondem algo no interrogatório, se ocultam, se negam, todos são suspeitos, e o trem se encontra preso pela nevasca, a polícia irá demorar para chegar e abrir caminho de o trem prosseguir com o destino e o detetive receber apoio da polícia na investigação.

Ao perceber as estranhas evidências e provas no quarto do falecido, percebe que o motivo do crime não é pura coincidência, é relacionado a atos passados que todos os passageiros tem algo em comum, dificultando e criando diversas hipóteses na mente do detetive.

O filme tem uma forte atuação, encontramos atores bem conhecidos hoje como Albert Finney, Sean Connery e Lauren Bacall. O clima, a trilha sonora, tudo combina e faz com que o suspense aumente. Os passageiros mentem, negam e possuem uma relação com um caso passado, não á testemunhas e o mistério ainda continua.

Conclusão: Um ótimo filme de investigação, suspense, as teorias tomam a nossa mente e passamos a investigar junto, o que concluir? Quem acusar? As dúvidas e as perguntas só aumentam. Os clássicos ainda são fortes e influentes hoje, recomendo o filme para todos fãs de investigações criminais, todas as cenas foram bem elaboradas e figuradas, e a atuação de todos os atores são nexos e adaptam as emoções e reações das personagens.

Crítica por: Gustavo

terça-feira, julho 24, 2012

Crítica do filme O Caçador (The Hunter)

Título Original:
The Hunter

EUA: 2011

Duração:
102 min

Gênero:
Aventura | Drama

Direção: 
Daniel Nettheim

Roteiro: 
Julia Leigh (Romance), Wain Fimeri (Adaptação) e Alice Addison


Elenco: 
Willem Dafoe (Martin David)
Sam Neill (Jack Mindy)
Frances O'Connor (Lucy Armstrong)
Sullivan Stapleton (Doug)
Callan Mulvey (Rival do caçador)
Morgana Davies (Sass Armstrong)
Finn Woodlock (Bike Armstrong)

Ações voltadas á seu antigo passado ao ver as paisagens da Tasmânia em busca do último Tigre Tasmaniano? O Velho caçador já sabe o que faz á muitos anos, porém, este novo trabalho o faz mudar o seu ponto de vista.

Martin David (Willem Dafoe) acaba de receber outro trabalho para uma estranha empresa biotecnológica que estão atrás do último Tigre Tasmaniano, fazendo partir em rumo ao objetivo como qualquer outro trabalho que tenha feito. Á própria empresa arranja um quarto em uma casa de família, a qual sem outras opções, passa a ficar na casa, fazendo assim o início da sua missão.

Com a convivência de uma família com problemas, passa a reconhecer e ajudar ela, começando a deixar sua missão até o fim da tarde. A população da área já o suspeita pela vinda objetivada á busca do prêmio do extinto Tigre, fazendo ter alguns conflitos com opositores da região.

O clima e paisagem das florestas próximas foram ignoradas até possuir um certo relacionamento com a família da casa, após um aviso de novos caçadores em busca da alta quantia pelo animal, volta á procura do extinto tigre, investigando importuno o desaparecimento do marido de Lucy Armstrong (Frances O'Connor) que lhe chamou atenção por também se tratar do tal animal extinto.

Um típico filme calmo, focado nas ações de um caçador a procura do Tigre Tasmaniano, o cenário foi destacado pela região de agricultura e relevo, típico das antigas primeiras colônias da Tasmânia como Risdon Cove e Hobart que é marca deste estado na Austrália.

Poucas emoções do caçador são demonstradas, o seu passado não é mencionado, porém, é interferido o seu trabalho após conviver com as dificuldades da família.

Final como qualquer outro drama, entretanto, foi decisivo pela perda de algo que nunca sentiu, e o atingiu após longos dias nas florestas.

Conclusão: Á vinda de um mercenário em uma pequena região da Tasmânia, que mesmo buscando cumprir sua missão, passa a conviver com uma família que o comove como nunca sentiu antes. Um filme calmo, embora tenha pequenos conflitos com um grupo local e a disputa pelo extinto animal, não possui tal ação e aventura como alguns imaginaram.

Crítica por: Gustavo

domingo, julho 08, 2012

Crítica do filme O Espetacular Homem-Aranha

Título Original:
The Amazing Spider-Man

EUA: 2012 (3 de Julho)
BRA: 2012 (6 de Julho)

Duração:
136 min

Gênero:
Ação | Aventura | Fantasia

Direção: 
Marc Webb

Roteiro: 
James Vanderbilt, Alvin Sargent, Steve Kloves, James Vanderbilt (história), Stan Lee (Marvel quadrinhos) e Steve Ditko (Marvel quadrinhos)

Elenco: 
Andrew Garfield (Peter Parker / Homem Aranha)
Emma Stone (Gwen Stacy)
Rhys Ifans (Dr. Curt Connors / Lagarto)
Denis Leary (Capitão Stacy)
Martin Sheen (Tio Ben)
Sally Field (Tia May)
Irrfan Khan (Rajit Ratha)
Campbell Scott (Richard Parker)
Embeth Davidtz (Mary Parker)

Uma nova história, uma nova paixão, um novo Homem-Aranha? É o que muitos fãs quiseram depois da trilogia anterior, e realmente melhorou toda a história, mostrando todo o lado jovem "rebelde" contemporâneo.

Peter Paker (Andrew Garfield) intrigado com o desaparecimento dos pais, leva a dúvida até a adolescência, quando decidi investigar após achar uma pasta de seu pai no porão, descobrindo uma estranha pesquisa biológica que sei pai trabalhava.

Assim como na trilogia anterior, Peter possui problemas com alguns conflitos escolares (brigas), em uma delas, faz amizade com Gwen Stacy (Emma Stone) que ao visitar uma empresa de um antigo amigo de seu pai que estava em uma foto na pasta, é picado por uma estranha aranha no laboratório, fazendo assim, o começo da história.

Mesmo não criando músculos como na trilogia, Peter acorda com um alto reflexo e força, criando no início algumas confusões com objetos que toca, aprendendo assim a controlar sua força.

O relacionamento com seus tios foram bem interpretados, Andrew Garfield encaixou perfeitamente no papel, mostrando todas suas emoções frente ao novo poder que adquiriu, foi bem marcado pela realidade de um adolescente tendo suas aventuras de "aproveitando o poder" que foi dado uma ênfase no filme.

O novo vilão não é nada criado do abismo, puro biológico e temporário, criou um aspecto mais perto da realidade que, com a desistência de sua antiga proza de seu trabalho devido a pressões e frustrações da perda do emprego, criou o próprio poder em si com a sua antiga teoria.

O filme foi composto semelhante aos outros filmes de super heróis. Lições de vida, arrependimentos, brigas, mas os atores conseguiram tirar o ar de "super herói" e enfocaram mais perto da realidade, na trilogia, vimos o filme composto por conflitos com bandidos em que o Homem-Aranha se determina a detê-los, já neste, é motivado pela vingança da morte de seu tio.

Algumas cenas foram rápidas e deixando de lado os pensamentos das testemunhas, Peter as vezes quase revela seu poder aos outros, não por acidente mas por descuido. Os cenários foram típicos de filme super-herói, o que mais intrigou foi o esgoto que foi utilizado grande parte do filme.

Conclusão: Uma nova série do Homem-Aranha, os modos de adolescente após adquirir o poder, os descuidos com o próprio poder e as discussões com familiares foram marcas da contemporaneidade, fazendo misturar a realidade e a ficção em um só. Um ótimo filme para fãs da série e super heróis, embora deixa á "caça aos criminosos" como segundo plano, é também um ótimo drama, mesmo quem não tenha visto a trilogia anterior, não irá perder nada, pois com novo diretor e novos roteiristas, é um filme a ser visto por todos os fãs de filmes.

Crítica por: Gustavo

quinta-feira, julho 05, 2012

Crítica do filme Cemitério Maldito (Pet Sematary)

Título Original:
Pet Sematary

EUA: 1989
BRA: 1989

Duração:
103 min

Gênero:
Drama | Fantasia | Terror

Direção: 
Mary Lambert

Roteiro: 
Stephen King

Elenco: 
Dale Midkiff (Louis Creed)
Fred Gwynne (Jud Crandall)
Denise Crosby (Rachel Creed)
Miko Hughes (Gage Creed)
Blaze Berdahl (Ellie Creed)

Mortos-vivos surgem no cemitério? É o que o título nos faz pensar, porém, a história vem com uma teoria criativa baseada em uma cultura indígena sobre a ressurreição.

Louis Creed (Dale Midkiff) acaba de se mudar com sua família para uma casa fora da cidade, ao lado de uma estrada cujo movimento de caminhões é marcado por atropelamentos que grande parte de animais são as vítimas dos caminhões, a qual há um cemitério de animais de estimação perto da casa.

Após a morte de um paciente no hospital, Louis recebe avisos sobre um perigo de um cemitério próximo a sua casa. Com a morte do seu gato, não sabendo como sua filha iria reagir com a morte rápida devido a questões sobre Deus, seu vizinho Jud Crandall (Fred Gwynne) leva-o para enterrar em um cemitério próximo.

Jud conta uma história sobre o motivo de enterrar o gato naquele lugar, palco de uma cultura indígena no passado, fazendo Louis a duvidar até onde é capaz de chegar o poder do cemitério, sua filha Ellie Creed (Blaze Berdahl) começa a questionar sobre Deus e merecimentos.

Em decadência na região e experimento próprio com seu gato, seu filho é outra vítima, o que faz enlouquecer com a perda, e com o cemitério próximo, quer vê-lo novamente, mesmo sabendo dos ante-passados do local, como consequência, a ressuscitação tem seu outro lado da moeda.

O cenário é típico da época, móveis e vestimentas definiram o ambiente, Stephen King é tão rígido no livro como no filme, o terror clássico teve seus defeitos finais, o que levou uma certa crítica com a falta de relação sobre outros utilizadores do cemitério. O passado só foi utilizado sobre as histórias locais e de Rachel Creed (Denise Crosby) mas não alterou a passagem da história, ou seja, um complemento.

Um final que todos queriam ver, mas o nível de loucura da perda do filho pode ser a chave para decisões de Louis.

Conclusão: Clássico terror, a morte dos familiares, o cemitério bizarro, os questionamentos de Deus são marcantes no filme, as consequências do uso do cemitério foram forçadas, a ideia central não se encaixou com as ações dos que "voltaram da morte", fazendo um final cabido ao que grande parte gostaria de ver.

Crítica por: Gustavo

segunda-feira, junho 18, 2012

Crítica do filme A Thousand Words (As Mil Palavras)

Título Original:
A Thousand Words

EUA: 2012 (9 de março)
BRA: 2012 (27 de julho)

Duração:
91 min

Gênero:
Comédia | Drama

Direção: 
Brian Robbins

Roteiro: 
Steve Koren

Elenco: 
Eddie Murphy (Jack McCall)
Kerry Washington (Caroline McCall)
Emanuel Ragsdale (Tyler McCall)
Clark Duke (Aaron Wiseberger)
Cliff Curtis (Dr. Sinja)

Ações ruins presentes no dia-dia de um homem que um guru aplica uma "punição" para "reparar" as suas ações? A ideia é quase essa que já fora utilizado em diversos filmes do gênero, é diferente dos outros, o que traz curiosidade a diversos telespectadores.

Jack McCall é um agente que revende produtos, depois de uma reunião, decide fechar negócio com o guru Dr. Sinja (Cliff Curtis) cujas pesquisas indicam no primeiro lugar de público mundial, o que faz surgir após uma discussão, uma árvore no seu quintal.

O Drama começa quando ao se comunicar, folhas de árvore começam a cair, o que leva a se silenciar para evitar o fim trágico.

A medida que os problemas persistem, Jack tenta resolve-los de modo contemporâneo ao aguardo do guru enquanto esta ausente, típico de comédia atual, as tentativas de comunicação ajudaram na comédia clássica.

Um final típico, o gênero já diz como irá acabar.

Conclusão: Discussões e Silêncio, um filme clichê com um ótimo roteiro, mostrando diversos problemas no trabalho e na família após o surgimento da árvore, a única diferença é a curiosa história da árvore, embora não tenha se relacionado com as "más ações" do agente, à diversão é garantida.

Crítica por: Gustavo

sábado, junho 09, 2012

Crítica do filme A Mulher de Preto (The Woman in Black)

Título Original:
The Woman in Black

EUA: 2012
BRA: 2012

Duração:
95 min

Gênero:
Drama | Terror | Suspense

Direção: 
James Watkins

Roteiro: 
Jane Goldman, Susan Hill (romance)

Elenco: 
Daniel Radcliffe (Arthur Kipps)
Ciarán Hinds (Mr. Sam Daily)
Janet McTeer (Mrs. Daily)
Shaun Dooley (Fisher)
Liz White (Jennet Humfrye)
Tim McMullan (Mr. Jerome)
Cathy Sara (Mrs. Jerome)

Clássicos fantasmas em casas abandonadas? De certa forma sim, porém o clássico romance de Susan Hill vai além do que uma simples assombração.

O Advogado e viúvo de um filho, Arthur Kipps (Daniel Radcliffe) esta com problemas financeiros e é enviado pelo seu escritório numa casa perto de uma aldeia cujas mortes e suicídios não estavam no pedido do escritório.

A trama começa com o aparecimento de uma mulher na casa, momento no qual começam a surgir mortes de crianças na aldeia próxima a casa, com o apoio de Sam Daily (Ciarán Hinds) um senhor racional que não acredita nas assombrações que a aldeia cita pelas mortes das crianças, Kipps começa a investigar as mortes na aldeia e ao mesmo tempo a assombração da mulher.

O filme é passado de forma rápida e clássica, deixando somente reações dos acontecimentos que começam devido as mortes na aldeia, fazendo o filme ter clássicas cenas de suspense.


Daniel Radcliffe combinou com o papel em que sai do mundo da magia de Harry Potter para uma clássica e sinistra história de realidade financeira da era eduardiana e suicídios de crianças na aldeia.

Embora o cenário não seja em cidades, os móveis e vestimentas foram bem representadas, as reações do povoado local também sincronizaram com a época.

Um final talvez típico, porém chocou muitos telespectadores em que nem sempre as boas ações trazem recompensas, ainda sim modificou a clássica história de suspense trazendo um final com algumas dúvidas para fãs do gênero.

Conclusão: Uma história contada rapidamente, evitando diálogos e pensamentos das personagens secundárias, embora seja um remake, perdeu certa atração por não mostrar detalhes sobre o clássico romance de Susan Hill, podendo ser classificado como um filme clássico de suspense.

Crítica por: Gustavo

terça-feira, maio 29, 2012

Crítica do filme O Retrato de Dorian Gray

Título Original:
Dorian Gray

EUA: 2009
BRA: 2011

Duração:
112 min

Gênero:
Drama | Fantasia | Suspense

Direção: 
Oliver Parker

Roteiro: 
Toby Finlay, Oscar Wilde (romance)

Elenco: 
Ben Barnes (Dorian Gray)
Colin Firth (Lord Henry Wotton)
Ben Chaplin (Basil Hallward)
Rebecca Hall (Emily Wotton)
Rachel Hurd-Wood (Sibyl Vane)
Maryam d'Abo (Gladys)
Fiona Shaw (Agatha)

Um mundo da juventude e do adultério, o que pode ser melhor? O Filme além da proposta clássica, diz as mudanças e influências que mudam as ações e o pensamento de um "jovem inocente".

Dorian Gray (Ben Barnes) acaba de ficar órfão e receber sua herança, com seus costumes das famílias nobres, conhece Lord Henry Wotton (Colin Firth) o realista da sociedade inglesa que começa influencia-lo com conselhos, atitudes e modo de agir frente a sociedade caindo em atitudes perversas e adultas.

Como o clássico romance, Basil Hallwar (Ben Chaplin) faz um perfeito retrato de Dorian Gray que além de admira-lo, Henry começa a mostrar como a juventude pode ser boa e eterna. O Inicio é contado de forma rápida, esquecendo de dar alguns detalhes de sua decisão.

O Filme como previsto foi enfatizado na sua vida no adultério, mostrando total mudança de comportamento da personagem com as situações anteriores, substituindo pela eterna juventude prazerosa.


Embora alguns não gostem de As Crônicas de Nárnia, Ben Barnes mostra todo seu talento revelando todas as emoções, reações e ações "Antes e depois" do retrato se encaixando perfeitamente no personagem.

O Final já estava previsto, depois de arrependimentos que giram entorna de Dorian, não se satisfaz como antes no adultério, a forte atuação e representação de Colin Firth ajudaram a mostrar os motivos que levaram Dorian para a vida prazerosa.


Conclusão: Um filme baseado no clássico romance de Oscar Wilde, algumas mudanças são encontradas mas foram perfeitamente representadas, embora o passado de Dorian se encontre no filme, não se conecta com nenhuma das ações futuras de Dorian, ou seja, o filme é centralizado no que todos querem ver "A Juventude Eterna".

Crítica por: Gustavo

domingo, maio 06, 2012

Crítica do filme Sonny (Sonny o amante)

Título Original:
Sonny

EUA: 2002
BRA: 2004

Duração:
110 min

Gênero:
Drama

Direção: 
Nicolas Cage

Roteiro: 
John Carlen

Elenco: 
James Franco (Sonny)
Brenda Blethyn (Jewel)
Harry Dean Stanton (Henry)
Mena Suvari (Carol)
Seymour Cassel (Albert)
Brenda Vaccaro (Meg)
Josie Davis (Gretchen)
Willie Metcalf (Cal)

Romances? tramas, pecados e fortes traições? É ai que se engana, um filme que descarta o velho costume de traições por um antigo "emprego" por assim dizer. O passado é a base das ações da personagem que tenta se livrar delas, um forte drama é marcado no filme.

Sonny (James Franco) acaba de voltar do exército, sua mãe Jewel (Brenda Blethyn) quer que ele volte no seu antigo "trabalho" de prostituto que no passado, era sua maior faturação, porém Sonny quer uma "vida nova" com um emprego de verdade. Com poucas opções e falta de dinheiro ele decide-se voltar no negócio em que faturava.

Com complicações pessoais e com sua "parceira de trabalho" Carol (Mena Suvari) começa a se perguntar se aquilo é o seu destino, neste ponto começa o drama do filme, seguido de um forte realismo com as relações e o trabalho, Nicolas Cage não deixou escapar os problemas da família e a rotina de cada trabalho que Sonny fazia.

Em todas as ações de Sonny, é capaz de perceber o seu modo de "agir" frente as situações, o seu passado é uma grande marca no pensamento em que tira a conclusão de que "ninguém é normal" fazendo a personagem ter problemas com "honestidade" em que seu pai Henry (Harry Dean Stanton) tenta se relacionar.

Um final de se esperar, pois Nicolas Cage sempre fez e provavelmente sempre fará um final que ele sempre apoiou, deixando a conclusão para a personagem decidir o seu rumo.

Conclusão: Um forte drama sobre uma família que se sustenta com prostituição e furtos. Uma ótima realidade física e mental, mostrando traços dos difíceis anos 80 em Nova Orleães, Nicolas Cage utilizou todos os métodos possíveis para mostrar todas as ações da família evitando cortes nas câmeras.

Crítica por: Gustavo

terça-feira, maio 01, 2012

Crítica do filme O Labirinto do Fauno

Título Original:
El Laberinto del Fauno

EUA: 2006
BRA: 2006

Duração:
119 min

Gênero:
Drama | Fantasia | Guerra

Direção: 
Guillermo del Toro

Roteiro: 
Guillermo del Toro

Elenco: 
Ivana Baquero (Ofelia)
Sergi López (Vidal)
Maribel Verdú (Mercedes)
Doug Jones (Fauno / Pale Man)
Ariadna Gil (Carmen)
Álex Angulo (Doctor)
Manolo Solo (Garcés)
César Vea (Serrano)
Roger Casamajor (Pedro)

Fantasias e magias serão o foco principal do filme? Não ao certo, pois a época que se encontra pode se retirar dos "absurdos" da magia como vários filmes do gênero, Del Toro cria uma história principal, deixando o conto como complemento, deixando assim, o filme mais realista.

Ofelia (Ivana Baquero) viaja com sua mãe para um acampamento militar, onde se encontra Vidal (Sergi López) um capitão da ditadura franquista dos anos 40 na Espanha em que se apresenta fortes elementos da época como machismo e torturas, a qual é seu padastro. Em torno do acampamento, seguindo uma "fada" encontra um labirinto, a qual se encontra o Fauno que lhe da três "desafios" para voltar no mundo a qual ela pertencia.

A partir dai, o foco se encontra muito no "mundo real" em que á conflitos entre os soldados da ditadura e os rebeldes e só depois das ocasiões em que Ofelia procura os seus objetivos que foi ditado pelo fauno.

A Forte história da época é de se marcar, e os atores fizeram perfeitamente o seu papel, Del Toro conseguiu criar um ótimo "conto de fadas" para adultos, envolvendo guerras, torturas, rebeldias e magias, embora talvez as aventuras de Ofelia sejam curtas.

As edições de imagens foram bem utilizadas, tanto para as criaturas mágicas como ferimentos, torturas dos conflitos que são marcantes e muito bem interpretados.

Conclusão: Fantasia realista, ótima para todas as idades, não deixando a magia como palco principal, o que mais chamou a atenção do público foram as fortes ações da ditadura da época, deixando a fantasia como segundo-plano.

Crítica por: Gustavo

terça-feira, março 27, 2012

Crítica do filme Everything Must Go (Pronto para Recomeçar)

Título Original:
Everything Must Go

EUA: 2010
BRA: 2011

Duração:
97 min

Gênero:
Comédia | Drama

Direção: 
Dan Rush

Roteiro: 
Dan Rush, Raymond Carver
(conto "Why Don't You Dance")

Elenco: 
Will Ferrell (Nick Halsey)
Christopher Jordan Wallace (Kenny Loftus)
Rebecca Hall (Samantha)
Michael Pena (Frank Garcia)
Stephen Root (Elliot)
Laura Dern (Delilah)

Will Ferrell irá aprontar de novo em suas atrapalhadas histórias? Talvez não, mas não tira a comédia de suas atuações em diversos filmes pois a história é narrada com uma ótima realidade de atos e consequências em que o próprio personagem cria.

Nick Halsey (Will Ferrell) acaba de perder o emprego por problemas com o álcool, como um efeito dominó, perde sua mulher e casa, passando a morar na frente dela. Como toda comédia, ele quer reverter a situação do seu jeito, o que acaba tendo algumas descobertas e consequências.

O enredo do filme é bem calmo, nada de absurdo ou criado para o público rir, embora o ator seja conhecido por filmes de comédia, o diretor conseguiu criar um ótimo drama/comédia fazendo fãs dos dois gêneros assistirem o filme.

O encerramento é bem criativo e realista mas sem saber o que ele pretende fazer depois. Não se perde nada, já que situações constrangedoras se situam no filme.

Conclusão: Um novo filme muito bem dirigido, o diretor soube muito bem utilizar os atores não perdendo o drama da história, quem gosta tanto de drama como comédia, não irá se arrepender.

Crítica por: Gustavo

segunda-feira, março 19, 2012

Crítica do filme Take Shelter (O Abrigo)

Título Original:
Take Shelter

EUA: 2011
BRA: 2012

Duração:
120 min

Gênero:
Drama

Direção: 
Jeff Nichols

Roteiro: 
Jeff Nichols

Elenco: 
Michael Shannon (Curtis)
Jessica Chastain (Samantha)
Tova Stewart (Hannah)
Shea Whigham (Dewart)
Katy Mixon (Nat)
Natasha Randall (Cammie)
Ron Kennard (Russell)
Scott Knisley (Lewis)
Robert Longstreet (Jim)
Heather Caldwell (Special Ed Teacher)
Sheila Hullihen (Woman In Road)
John Kloock (Man In Road)
Marianna Alacchi (Bargain Hunter)
Jacque Jovic (News Anchor)

Pressentimentos, sonhos mal explícitos, algo irá acontecer? Um filme bem voltado ao clássico "só eu vejo isto?" em que se passa a dúvida de "ser louco" ou "um aviso" há população.

Curtis (Michael Shannon) um pai de família com um ótimo emprego, plano de saúde, Samantha (Jessica Chastain) dona de casa e sua filha Hannah (Tova Stewart) passam um bom relacionamento mas de um dia para outro, Curtis começa a ter ilusões e sonhos fora do comum, transmitindo alguma mensagem ou aviso para ele, e como isso persiste começa a tomar providências, como o próprio título do filme "O Abrigo".

O enredo do filme é bem calmo, mas o diretor tentou acrescentar "cenas de susto" para "acordar" o tele-espectador, comum neste tipo de drama.

A medida que os avisos persistem, começa a procurar ajuda, fazendo achar que possua esquizofrenia, mas seu instinto diz, é obrigado a proteger sua família, mas com isso gasta todas suas economias no abrigo, acontecendo problemas familiares, discussões e brigas.

Um final clichê? Sim e nada inovador, pois pode se dizer "esperado" para fãs do gênero e para alguns "obrigatório" pois seria tratado como um filme de "sintomas de doenças", A atuação das personagens combina com o filme, embora haja certas falas "demoradas" mas não alterna nada no filme.

Conclusão: Um filme bem calmo e sonolento, há tempos que não lança um filme de drama contemporâneo, o diretor foi obrigado a por certas cenas para prestarem atenção no filme, mesmo assim recomendo para fãs de filmes clássicos de "pressentimentos" ou avisos que algo ruim irá acontecer. Se você espera ação e catástrofes no estilo "O dia depois de amanhã", não veja.

Crítica por: Gustavo

quarta-feira, março 07, 2012

Crítica do filme Chronicle (Poder Sem Limites)

Título Original:
Chronicle

EUA: 2012
BRA: 2012

Duração:
83 min

Gênero:
Ação

Direção: 
Josh Trank

Roteiro: 
Max Landis, Josh Trank

Elenco: 
Dane DeHaan (Andrew Detmer)
Alex Russell (Matt Garetty)
Michael B. Jordan (Steve Montgomery)
Michael Kelly (Richard Detmer)
Ashley Hinshaw (Casey Letter)
Bo Petersen (Karen Detmer)
Anna Wood (Monica)

Um filme voltado a super heróis? Por um lado sim, mas o diretor criou situações do dia-dia, fazendo valer apena conferir este filme, repleto de toda a fase da adolescência, problemas familiares e pessoais, fazendo fazer parte do modo que utilizam seus poderes.

A história começa com Andrew (Dane DeHaan), 17 anos, tímido e com problemas familiares, seu primo Matt (Alex Russell) o leva para escola, tentando enturma-lo com o pessoal. Quase o filme inteiro Andrew grava com sua câmera, registrando todo seu dia-dia, escola, festas, confusões.

Matt o leva para uma festa para animar Andrew, que depois de uma briga, Steve (Michael B. Jordan) amigo de Matt pede para filmar uma "coisa". Após entrarem em uma caverna, algo acontece lá que tiveram que sair do lugar.

Então pode se dizer clichê o modo de "acharem" o poder? Sim, mas o enredo do filme sai do clássico de filmes com super-poderes. Ao desenrolar do filme, os três adolescentes começam a utilizar seus poderes para brincadeiras, nada inovador. Com o tempo surgem problemas entre eles por usarem seu poder sem pensar, fazendo acontecer desastres. Vários motivos são causados por acontecimentos pessoais (Humilhações, brigas).

O Final do filme pode se dizer "obrigatório" pois todos os filmes do gênero acabam iguais, mas o diretor conseguiu "ligar" o cotidiano das personagens pelo fato de descontrole do poder e emoções.

Conclusão: Mesmo sendo um filme de super poderes, vale apena conferir pela história em que diretor soube utilizar para o enredo do filme. As edições foram bem marcantes e um forte realismo, tanto nos poderes quanto na vida contemporânea das personagens, deixando bem claro as causas e decisões que ocorrem.

Crítica por: Gustavo

segunda-feira, março 05, 2012

Crítica do filme La Casa Muda (A Casa)

Título Original:
La Casa Muda (The Silent House)

EUA: 2011
BRA: 2011

Duração:
86 min

Gênero:
Terror

Direção: 
Gustavo Hernández

Roteiro: 
Oscar Estévez

Elenco: 
Florencia Colucci (Laura)
Abel Tripaldi (Nestor)
Gustavo Alonso (Wilson)
María Salazar

Será mais um filme de terror de plano-sequência? Mais ou menos, usando todos os meios para criar cenas de suspense pós-terror, o diretor consegue enganar utilizando o cenário, e o meio de gravação plano-sequência, já utilizado em diversos filmes como REC, Quarentena.

A história começa com Laura (Florencia Colucci) e seu pai Nestor (Abel Tripaldi) visitando a casa que irão comprar, como todo filme do gênero o lugar está abandonado, falta de iluminação, longe da cidade e das pessoas. Após ficarem na casa, sons estranhos começam a surgir na casa, e laura começa andar pela casa, procurando descobrir o que está acontecendo no lugar.

Sem demoras, o diretor preferiu não "enrolar" a história, fazendo as "coisas" acontecerem mais rápido do que muitos pensam. Não quer dizer que a história seja simples, ao torno que laura anda pela casa, algo a persegue e descobre que há algo lá, então pode se dizer que o filme é de uma assombração na casa? Não, pois o diretor criou outra história por cima no que o filme se diz "Casa Assombrada".

O problema do filme foi o desenrolar das cenas rápidas e cenas feitas sem sentido, pois o filme é sobre um caso real no Uruguai. O filme em geral é uma "opinião" do diretor e o final deixa bem claro esta teoria.

Conclusão: Um filme com dois gêneros, utilizando o suspense para atrair e assustar o público. O único problema foi as cenas sem sentido, podendo dizer até "forçadas" e sem diferença na história, fazendo o público pensar que seja algo da casa.

Crítica por: Gustavo

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

Crítica do filme Occupant (Ocupante)

Título Original:
Occupant

EUA: 2011

Duração:
87 min

Gênero:
Suspense

Direção: 
Henry Miller

Roteiro: 
Jonathan Brett

Elenco: 
Van Hansis
Thorsten Kaye
Jamie Harrold
Brian Berrebbi
Domenico D’Ippolito
Jerry Damons
Lou Ferguson
Cody Horn
Veronica Cruz

Um filme voltado a aparições e espíritos? a ideia do filme é esta, pois a história é pequena e simples, após conseguir seu apartamento devido a morte da avó, coisas estranhas acontecem no lugar e Danny Hiil (Van Hansis) é obrigado a ficar no apartamento até que o advogado termine de provar que ele receberá de herança.

A história começa com a morte da avó de Danny Hill recém formado na faculdade, embora nunca tivesse contato com ela, recebe de herança o apartamento, devido a impostos que a avó não pagava, um advogado tenta conseguir uma ordem judicial para ele conseguir o apartamento. Mas para isso terá que ficar no apartamento 12 dias sem poder sair.

Como um filme clichê, coisas estranhas acontecem no lugar, e terá que aguentar até o fim do período requisitado para a ordem judicial. Aparentando acontecer algo nos últimos dias, o final é contado de um modo diferente de qualquer tipo de filme do gênero, mas não foi o suficiente para agradar a todos pois as mensagens que o diretor tentou dizer não se relaciona com o filme.

Conclusão: Um filme diferente dos clássicos "assombrações" o que faz muitos fãs deste gênero de filme conferirem. Infelizmente não ganhou destaque devido ao deslecho do filme que se relacionava como "um filme de casa assombrada" que na verdade, pode se dizer "reações de confinamento".

Crítica por: Gustavo

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Crítica do filme Starship Troopers 2 (Tropas Estelares 2)

Título Original:
Starship Troopers 2: Hero of the Federation

EUA: 2004 (Canal Starz)
BRA: 2004

Duração:
88 min

Gênero:
Ação / Aventura

Direção: 
Phil Tippett

Roteiro: 
Edward Neumeier

Elenco: 
Billy Brown (Pvt. Ottis Brick)
Richard Burgi (Capt. V.J. Dax)
Kelly Carlson (Pvt. Charlie Soda)
Cy Carter (Pvt. Billie Otter)
Sandrine Holt (Pvt. Jill Sandee)
Ed Lauter (Gen. Jack Gordon Shepherd)
J.P. Manoux (TSgt. Ari Peck)
Lawrence Monoson (Lt. Pavlov Dill)
Colleen Porch (Pvt. Lei Sahara)
Drew Powell (Pvt. Kipper Tor)
Ed Quinn (Cpl. Joe Griff)
Jason-Shane Scott (Pvt. Duff Horton)
Brenda Strong (Sgt. Dede Rake)
Brian Tee (Cpl. Thom Kobe)

Estranho fazer crítica de um filme "antigo", mas eu sou muito fã da trilogia do filme, e ainda estão fazendo remake dos filmes. Emfim, o segundo filme começa com uma tropa cercada de insetos (aliens), fazendo não ter opção anão ser fugir para outro local, no filme, há 2 médium no grupo, sendo um tenente do grupo.

Sentindo seguros no local, a história do filme praticamente termina, pois com muita enrolação entre as tropas, o objetivo é esperar o resgate e assim o filme volta ao clássico Aliens, em que surgem pragas dos alienígenas que podem controlar o ser humano, o problema foi a enrolação do filme, sem história, sem motivo, apenas mostrando história de um grupo de soldados.

Conclusão: Muitas cenas podem se dizer "robóticas", mas não quer dizer que a atuação é fraca, mesmo que seja uma simples história, para quem é fã da trilogia vale apena conferir, mas deixando claro, a história é baseada em um grupo de soldados, que após uma descoberta de um posto militar abandonado, é a unica oportunidade de saírem vivos.

Crítica por: Gustavo

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Crítica do filme The Change-UP (Eu Queria ter a sua Vida)

Título Original: The Change-UP

EUA: 2011 (Agosto)
BRA: 2011 (Outubro)

Duração:
112 min

Gênero:
Comédia

Direção: 
David Dobkin

Roteiro: 
Jon Lucas, Scott Moore

Elenco: 
Ryan Reynolds, Jason Bateman, Leslie Mann, Olivia Wilde, Craig Bierko, Gregory Itzin

Mais um filme de troca de corpos, típica história de um homem "das leis" e um soltero contra regras, mostrando vários clichês morais e sexuais, em que um quer o prazer de curtir a vida e o outro um pai de família, não demoram para perceber em que nem tudo na vida do outro é perfeita e desejam sua vida de volta.

A história conta com Dave (Jason Bateman), um pai de família com um trabalho estável cujo passa o dia no trabalho e quando volta para casa tem de lidar com sua família, e Mitch (Ryan Reynolds) que continua com sua "vida de adolescente". Amigos desde a infância saem juntos para curtir o dia, no qual acabam trocando de corpos por desejarem "queria ter sua vida".

O filme é passado de um geito "Se beber, Não case" em que começam a surgir grandes problemas e começam uma "corrida" para reverter sua situação, com aquela típica moral de "somos amigos dinovo" no final do filme para conseguirem desfazer do que desejaram.

Os atores foram bem escolhidos para seus papéis, pois "combinaram" com seus personagens, o humor é garantido por suas formas de "resolveram" suas situações, como escolhas e decisões erradas das personagens ajudam no humor do filme.

Conclusão: História Clichê em que se pode dizer "cuidado com o que desejas" e de várias formas possíveis querem desfazer o seu desejo, embora á diversos filmes iguais, pra quem gosta de comédia como "Se Eu Fosse Você" ou "Se beber, Não case" não irá se arrepender com o filme.

Crítica por: Gustavo

quarta-feira, novembro 02, 2011

Crítica do filme Insidious (Sobrenatural)

Título Original: Insidious

EUA: 2010
BRA: 2011

Duração: 
103 min

Gênero: 
Terror

Direção:
James Wan

Roteiro:
Leigh Whannell

Elenco:
Patrick Wilson, Rose Byrne, Barbara Hershey, Angus Sampson, Johnny Yong Bosch, Kimberly Ables Jindra, Ty Simpkins, Andrew Astor

O filme começa de um modo clichê, o filho é o possuído da história, mãe assustada com aparições na casa e pai realista. No filme é possível encontrar "rastros" parecidos com Jogos Mortais e Atividade Paranormal, ja que James Wan e Leigh Whannell se reúnem na direção e roteiro de um novo filme de terror. A história vem sendo contada no mesmo geito que Atividade paranormal em que uma cena acontece o susto e depois os telespectadores descansem com um pequeno dialogo de comédia.

Mais ou menos na metade do filme, começa uma mistura de terror e suspense, em que os pais desejam salvar o filho, "enfrentando" os espíritos cara a cara. o que sai do velho estilo de filme sobre fantasmas que só no final ele aparece. O Filme foi gravado de um modo "moderno" de resolver as coisas, Pai trabalha fora, mãe faz músicas em casa, e com apoio de paranormais que possam ajuda-los a descobrir o que há de errado na casa.

Embora o filme saia do suspense e passe para o terror, á diversas cenas que forçam o realismo com ficção, com o herói cercado pelos espíritos, com tentativas desesperadas de terror para dizer que o filme tem ação. O Final é igual aos filmes dos diretores de Jogos mortais e Atividade paranormal, só que á uma razão e lógica para no final, em que muitos fãs gostaram que se encaixe com cenas anteriores em que os personagens falam de seu passado.

Conclusão: Terror ou Suspense, tudo dependerá de qual você mais gosta, o filme embora seja considerado terror, fica muito mais para o suspense, Para amantes de filmes de fantasmas, é uma ótima escolha de ver ou rever.

Crítica por: Gustavo